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AGÊNCIA ALAGOAS

Governo do Estado de Alagoas

Na primeira semana de atendimento a Central de Triagem em funcionamento no Shopping Pátio Maceió realizou 992 atendimentos. Do total de 868 pessoas testadas para a Covid-19, 213 tiveram resultado positivo para a doença provocada pelo novo coronavírus.


Localizada na pista de acesso ao Benedito Bentes, a unidade foi criada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para atender usuários com síndromes gripais da parte alta da capital alagoana. Funcionando por 24 horas, todos os dias da semana, a Central  dispõe de quatro consultórios, 16 poltronas de medicação e área de espera para 60 pessoas.  Além de realizar avaliação médica, a unidade tem capacidade para atender 300 pessoas diariamente.

Para realizar o teste rápido da Covid-19, os usuários devem apresentar os sintomas da doença há pelo menos oito dias. A exigência está contida no Protocolo Nacional para Assistência a Pacientes com Suspeita do Novo Coronavírus, evitando que o exame apresente um resultado falso negativo.


“Devido à grande demanda na Central de Triagem localizada no Ginásio do Sesi, em decorrência da propagação do novo coronavírus em Alagoas, estamos expandindo a triagem e testagem à população”, salientou o secretário de saúde, Alexandre Ayres.  

Ainda segundo Ayres, nos próximos dias, será inaugurada mais uma Central de Triagem. Desta vez, no bairro Jacintinho, no terreno onde ficava localizado o extinto Ambulatório 24 Horas João Fireman. Já no interior, serão implantas Centrais de Triagem em Porto Calvo, Santana do Ipanema e Arapiraca.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) apertou o cerco para fiscalizar e conscientizar a população alagoana sobre a necessidade de manter o isolamento social. Em ação conjunta, as Polícias Civil e Militar intensificaram a fiscalização para garantir o cumprimento do Decreto nº 69.844, com atenção especial às áreas que apresentem maior incidência da Covid-19 nos municípios alagoanos, principalmente em Maceió, cidades da região Metropolitana e em Arapiraca, que atualmente concentram o maior número de casos confirmados.

O Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (CIEVS), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), fornece os dados relativos à quantidade de casos e estas informações têm sido base para as estratégias adotadas pelas forças policiais. O secretário da Segurança Pública, Lima Júnior, explica que além das operações que já vinham sendo realizadas, o foco agora é fiscalizar e monitorar estas áreas, realizando mais operações e outras ações. Ele destaca que os Municípios têm sido parceiros nestas fiscalizações, fortalecendo o trabalho realizado.

“Estamos em uma batalha intensa e integrando esforços para conseguir cumprir o que prevê o decreto, além de conscientizar sempre a população para a necessidade de evitar aglomerações e utilizar máscaras. Contamos também com o apoio da sociedade alagoana do bem para denunciar aqueles que estejam descumprindo as determinações governamentais. As pessoas podem utilizar o Disque-Denúncia 181 ou acionar as polícias por meio do número 190”, ressaltou.

O decreto prevê punições para quem descumprir qualquer uma das medidas, como a aplicação de multa diária de até R$ 50 mil e a prisão de quem for encontrado em flagrante delito.

Operações conjuntas

Uma verdadeira força-tarefa, que conta com a participação de órgãos municipais e estaduais, tem sido responsável por operações integradas e outras ações de fiscalização em Alagoas. Em Maceió, além das Polícias Civil e Militar, equipes do Ronda no Bairro, Lei Seca e agentes da Prefeitura atuam de forma integrada em vários bairros fiscalizando estabelecimentos, transportes coletivos e pessoas que eventualmente estejam em desacordo com as determinações do decreto emergencial.

Dados do Comando de Policiamento da Capital (CPC) mostram que a nona semana de fiscalização do decreto em Maceió e Região Metropolitana manteve a média da semana anterior e registrou, entre os dias 18 e 24 de maio, 210 denúncias por descumprimento ao decreto. Atividades esportivas ou aglomerações em áreas públicas e o funcionamento de bares, restaurantes e estabelecimentos congêneres estão entre as principais denúncias recebidas via 190.

Já no Agreste do estado, mais de 60 denúncias foram verificadas ao longo da semana, sobre estabelecimentos funcionando sem autorização ou de aglomerações em locais públicos.

O comandante-geral da Polícia Militar de Alagoas, coronel Marcos Sampaio, disse que a corporação está reforçando, cada vez mais, as ações de fiscalização em todos os municípios do estado. Na capital, há um trabalho intensivo e em conjunto com órgãos municipais, e no interior as prefeituras também têm colaborado para fazer cumprir o que está estabelecido.

“As unidades operacionais que atuam nos diversos municípios alagoanos têm, inclusive, criado operações específicas, sob a coordenação dos grandes comandos, para combater o avanço do novo coronavírus. Pedimos o apoio da população para que juntos vençamos mais essa batalha. Em casos de descumprimento, as pessoas podem denunciar que estaremos prontos para verificar, orientar e, se preciso for, seguir com as sanções administrativas ou criminais”, afirmou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, afirmou que unidades especializadas como o Tigre, Asfixia e Oplit estão diariamente realizando fiscalizações em Maceió e também em outros municípios. Há ainda o emprego de policiais civis lotados em outras unidades que contribuem nas operações integradas, que têm sido fundamentais para coibir irregularidades.

“A Polícia Civil vai continuar o trabalho de fiscalização do cumprimento do decreto estadual, para evitar o avanço do novo coronavírus, junto a outras forças de segurança. Seguiremos com o propósito inicial de abordagem educativa, de orientação e conscientização quanto à importância de seguir as normas estabelecidas, visando o bem comum de toda a população”, destacou o delegado-geral.

Em parceria com o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), o programa ONU-Habitat Brasil lançou duas notas técnicas com foco na dinâmica da situação populacional e sanitária das grotas de Maceió. Ambas as publicações podem ser encontradas no Portal Alagoas em Dados e Informações.

Desenvolvidas a partir de dados gerados pelo ONU-Habitat durante os três anos de trabalho em Alagoas, as notas têm o intuito de subsidiar o Estado na implementação de políticas de enfrentamento à pandemia de coronavírus. A primeira delas, “População das Grotas de Maceió”, traz o número estimado de moradores dos assentamentos em cada Região Administrativa da capital alagoana. A segunda, “Assentamentos precários de Maceió e a Covid-19”, aponta quais podem ser as grotas mais vulneráveis neste momento, levando em consideração as características dos moradores e dos territórios.

“Além de terem como base o Censo de 2010, os trabalhos foram realizados a partir de outros que também desenvolvemos em parceria com o Estado, como o “Perfil Socioeconômico dos moradores de grotas de Maceió” e o “Mapa Rápido Participativo”, avaliação bastante extensa e detalhada dos serviços urbanos nas grotas da capital. Acreditamos que essas duas notas irão apoiar o Governo no dimensionamento da resposta à pandemia e devem beneficiar diretamente os moradores de grotas e demais assentamentos precários de Maceió”, explica a oficial nacional do ONU-Habitat para o Brasil, Rayne Ferretti Moraes.

As publicações trazem ainda orientações como características  comuns  às  grotas  e  favelas  que  devem  ser  seguidas no  planejamento de medidas de enfrentamento e  também iniciativas tomadas por governos  e  organizações  locais que podem servir de inspiração para o combate à pandemia em Alagoas.

“Nesse contexto em que estamos vivendo, a produção e análise de dados e informações ganha uma outra importância. É um momento novo e que, devido à rápida propagação do vírus, requer medidas urgentes e bastante assertivas, principalmente para aqueles que estão mais vulneráveis. Com as notas, teremos condições de dar seguimento a esse trabalho de enfrentamento ao coronavírus, de forma ainda mais estratégica e munidos de dados reais e que podem ser decisivos para salvar vidas”, pontua o secretário do Planejamento e Gestão, Fabrício Marques Santos.

Além das notas, o Governo, por meio da Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (Sinc), já disponibilizou anteriormente outra publicação abordando a identificação das grotas de Maceió. Para conferir todas elas, basta acessar o endereço eletrônico dados.al.gov.br.

No domingo (24), a Polícia Militar de Alagoas flagrou 54 casos de descumprimentos ao Decreto de Situação de Emergência do Governo de Alagoas em enfrentamento ao novo coronavírus. Os flagrantes ocorreram nas áreas do Comando de Policiamento da Capital (CPC) - que abrange a Região Metropolitana de Maceió - e do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), no Agreste do Estado.

O número representa o dobro dos notificações ocorridas no sábado (23), quando foram registradas 27 ocorrências. Confira a incidência por tipos de enquadramento:

Maceió

- 11 flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública;

- Cinco flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres;

- Um flagrante de descumprimento no segmento lojas ou estabelecimentos que pratiquem o comércio ou prestem serviços de natureza privada;

- Um caso de funcionamento irregular do ramo de templos, igrejas e demais

instituições religiosas.

8º BPM (unidade responsável por Rio Largo, Coqueiro Seco, Satuba, Santa Luzia do Norte e Pilar):

- Três flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública.

- Um flagrante de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres.

5ª CPM/I (unidade responsável pelos municípios de Marechal Deodoro e Barra de São Miguel):

- Cinco flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública.

- Um flagrante de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres.

3º BPM (unidade responsável pelo policiamento em Arapiraca, Girau do Ponciano, Taquarana, Campo Grande, Olho D’Água Grande, Jaramataia, Junqueiro, Feira Grande, Traipu, Lagoa da Canoa, Teotônio Vilela, São Sebastião, Limoeiro de Anadia, Coité do Nóia e Craíbas):

- 22 flagrantes de atividade esportiva e/ou aglomeração em área pública/privada;

- Quatro flagrantes de funcionamento irregular do ramo de bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres.

Efetivo mobilizado: 625 militares, divididos em 215 viaturas do policiamento ordinário e do Programa Força Tarefa, além de as unidades distribuídas pelas demais cidades do Estado. A ação da PM contempla policiamento ostensivo, rondas nos pontos comerciais e fiscalização da restrição do transporte rodoviário intermunicipal. Nas rodovias, equipes do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) também estão atuando nas barreiras sanitárias instaladas em pontos estratégicos que ligam Alagoas a outros estados.

Fique em casa! Em caso de descumprimentos denuncie e ligue:

190 - para flagrante de funcionamento irregular de estabelecimentos comerciais não listados no decreto como serviço essencial;

181 (Disque-denúncia) - para ações que foram divulgadas para ocorrer, como um show.

Em 24 horas, 584 resultados positivos para Covid-19. Ontem, domingo (25), o Boletim Epidemiológico de Alagoas trouxe um aumento de 10,4% no total de casos confirmados laboratorialmente no estado, em relação ao dia anterior. São 6.214 resultados positivos até agora. Além de comprovar que a pandemia se dissemina mais rapidamente a cada dia, o expressivo aumento no número de casos se relaciona com a otimização no fluxo de testes rápidos para detectar Covid-19.

“Estamos trabalhando durante as madrugadas para poder atender à demanda. A partir de agora, a tendência é que os números sejam cada vez mais altos”, explica Waldinéia Maria, coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), que computa os dados relativos aos casos, a partir dos resultados das testagens, e emite o boletim epidemiológico diário.

O aumento na curva de exames positivos também foi observado no Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL). No início da pandemia, a unidade encontrava um ou duas amostras com resultado positivo a cada 20 testes realizados para Covid-19. Nos últimos dias, uma bandeja com material coletado de 20 pacientes sai do equipamento com uma média de 15 diagnósticos positivos. “Houve um aumento significativo”, confirma Juliana Cavalcante, biomédica do Lacen/AL.

Pensar no próximo

Nunca a vida dos outros esteve tanto – e literalmente – em nossas mãos. Primeiro, porque devemos mantê-las limpas e higienizadas com água e sabão ou álcool em gel. Segundo, porque impedir a velocidade de transmissão depende da permanência em casa. Quanto mais ficamos em casa, mais salvamos vidas. A nossa e a de quem está ao nosso lado. Mais que um vírus, enfrentamos a nós mesmos.

“Se a gente pensar no próximo, se conseguirmos ficar em casa e respeitar a medida de isolamento para não colapsar o serviço de saúde, podemos até não atingir o pico”, acredita a infectologista Sarah Dellabianca Araújo, gerente médica do Hospital da Mulher.

Em vigor desde o dia 21 de maio, o Decreto Nº 69.844 prorrogou e reforçou as regras de isolamento social em Alagoas até o dia 31 de maio, intensificando também a fiscalização na Região Metropolitana de Maceió e Arapiraca.

Em entrevista à rede CNN de notícias nesta segunda-feira (25), o governador Renan Filho apresentou o panorama da saúde pública em Alagoas diante da pandemia da Covid-19. No estado, já são mais de seis mil casos confirmados,  mais de 300 óbitos notificados e a taxa de ocupação dos leitos públicos no estado atualmente é de 70%, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretária de Saúde (Sesau) nesse domingo (24).

Renan Filho reforçou a necessidade do isolamento social como principal ferramenta para que a rede pública de saúde não entre em colapso dentro dos próximos dias, evidenciando o esforço que o estado tem empenhado nos últimos dois meses para o enfrentamento à Covid-19. O governador salientou ainda o contraste existente em relação à oferta dos leitos clínicos e de UTI da rede pública e privada entre os estados do Sul e Sudeste com os estados do Nordeste.

“É fundamental que as pessoas colaborem com as medidas de isolamento social, porque somente elas, nesse momento, são capazes de evitar o adoecimento de muita gente ao mesmo tempo e, assim, colapsar a rede hospitalar. O estado fez um esforço grande nos últimos 60 dias dessa pandemia, chegamos a mil novos leitos no último final de semana”, disse.

“Uma grande diferença do Nordeste, diferentemente do Sul e Sudeste do país, é que nessas regiões mais pobres, a rede privada e filantrópica é menor do que a rede pública. Aqui já não há mais vagas na rede privada. Portanto o Sistema Único de Saúde (SUS) passa ser a única porta de entrada para atender toda a população, diferente do que ocorre no Sul e Sudeste”, explicou.

Sobre a adoção de medidas mais rígidas de isolamento social como o lockdown, Renan Filho explicou que o estado tem estudado diversas possibilidades e, no momento, segue intensificando nas fiscalizações conforme determinado no último decreto, mas não descarta a possibilidade de aderir a medida caso seja necessário e evidencia que medidas do tipo foram tomadas em outros estados brasileiros não aumentaram satisfatoriamente o índice de isolamento social.

“O estado tem estudado todas as possibilidades. Nós estamos fazendo isolamento social que, nos últimos dias, tem ficado sempre entre os 10 estados com maior percentual de isolamento do país. Entretanto, as medidas mais duras tomadas em algumas regiões do país não têm demonstrado, na prática, ou tem sido aferido tecnicamente a elevação do isolamento social. Algumas medidas extremas foram tomadas, por exemplo, no estado de São Paulo, que decretou o feriadão, mas as medições do final de semana colocaram apenas 1% acima dos períodos anteriores, o que significa dizer que nem sempre são essas medidas que aumentam o isolamento social. O Brasil precisa muito que as pessoas colaborem nesse momento”, explicou

“O lockdown é uma possibilidade e seguimos avaliando casos os números sigam aumentando. Essa é a medida mais ampla nesse espectro. Nós esperamos que a população colabore, porque em Alagoas estamos agindo de duas maneiras neste momento: por um lado o estado amplia a rede de oferta de saúde com novos leitos clínicos e de UTI e, por outro lado, pede ao cidadão que colabore com as medidas de isolamento social e exige alguns procedimentos como o uso de máscara”, disse.

Questionado sobre o uso da cloroquina em Alagoas diante da publicação do novo protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde que libera o uso do medicamento para o tratamento em casos mais leves da doença, Renan Filho assegurou que o estado continua seguindo as orientações médicas locais, da Sociedade Alagoana de Infectologia.

“Nós já estávamos usando a cloroquina antes da alteração do protocolo do Ministério da Saúde, não para casos leves, porque a Sociedade Alagoana de Infectologia estabeleceu um procedimento no estado que oferece o medicamento para casos de internação hospitalar. Nós vamos seguir utilizando a cloroquina seguindo a recomendação médica local e deixando sempre a critério do médico, mesmo que o paciente tenha sintomas leves e vamos respeitar a recomendação médica. A decisão do médico tem que ser soberana nesse momento”, concluiu.

Um e-mail, supostamente enviado pela Caixa Econômica Federal, pedindo a atualização da assinatura eletrônica está sendo recebido por várias pessoas. Segundo o texto do e-mail, o procedimento seria obrigatório e motivado pela pandemia de coronavírus. A Caixa alerta que a informação é falsa. Em nota, o banco disse que não envia e-mails ou mensagens pedindo informações, nem realiza ligações para os cidadãos.

O e-mail falso diz: “Devido ao isolamento social pelo surto do novo coronavírus, a Caixa Econômica Federal solicita uma atualização obrigatória da sua Assinatura Eletrônica. Para confirmar utilize abaixo o botão CONFIRMAR e efetue a validação”.

A Caixa Econômica faz um alerta para que o cliente não clique em links enviados em nome da instituição: "Qualquer tentativa de contato com o cidadão caracteriza-se como uma tentativa de fraude e deve ser desconsiderada, bloqueada e reportada aos órgãos fiscalizadores competentes”, diz a nota.

Órgãos do Governo, Polícia Federal, lojas de aplicativos e a própria Caixa monitoram e bloqueiam serviços falsos, criados com o intuito de causar danos ou golpes à população. De acordo com dados repassados pelo banco, 60 sites e aplicativos fraudulentos foram desativados em pouco menos de um mês.

A orientação é que o cidadão fique atento aos aplicativos e serviços oferecidos em meios não oficiais sobre o Auxílio Emergencial e a pandemia do coronavírus, sobre registro para receber vacinação e itens de proteção, como máscaras e álcool em gel, e até mesmo sobre o agendamento para testes de Covid-19.

“É muito importante que os cidadãos utilizem única e exclusivamente os canais oficiais da CAIXA ou do Governo para buscar informações e acesso aos serviços. Neles são utilizados fatores complementares de segurança baseados em informações, código de verificação, além do próprio dispositivo para garantir o devido nível de segurança do processo”, enfatiza o banco.

Alagoas Sem Fake

Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890. Clique aqui para enviar agora.