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AGÊNCIA ALAGOAS

Governo do Estado de Alagoas
Segunda, 09 Março 2020 14:25
NA WEB

Álcool em gel acusa no teste de alcoolemia: Mito ou verdade?

Vídeo compartilhado nas redes sociais repercutiu o tema; Lei Seca de Alagoas explica

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Lei Seca Alagoas explica o assunto que repercutiu nas redes sociais Lei Seca Alagoas explica o assunto que repercutiu nas redes sociais Mácio Amaral
Texto de Mácio Amaral

Um vídeo que ganhou notoriedade nas redes sociais mostra um fato curioso. Após utilizar álcool em gel, um condutor realiza o teste de alcoolemia e o resultado dá positivo, o que chamou a atenção e despertou uma dúvida em muitas pessoas. Afinal, o uso do produto pode afetar o resultado do bafômetro?

O condutor em questão é o piloto de testes Cesar Urnhani. Segundo ele, a ideia para o vídeo surgiu de forma espontânea.  “Um casal de amigos teve a curiosidade de querer saber se o álcool em gel poderia dar um falso positivo. Como eu tinha os bafômetros, resolvi fazer o vídeo e achei que iria dar negativo, mas não foi isso que aconteceu”, conta.

Cesar afirma que a abordagem adotada pela operação Lei Seca de Alagoas para explicar o assunto após a repercussão do vídeo foi extremamente satisfatória. “A equipe abraçou a questão de uma maneira que levou tranquilidade para as pessoas. Testou e enxergou que existe uma possibilidade, dentro de algumas circunstâncias, do teste dar um falso positivo. Mas deixou bem claro que, em seguida, se o condutor sair do veículo, isso volta à normalidade. No meu ponto de vista, essa foi a postura mais interessante e comprometida com o conteúdo e a informação”, aponta. 

De acordo com o coordenador da operação Lei Seca em Alagoas, tenente Emanuel Costa, os agentes do estado estão preparados para fazer o reteste em situações como essa, que também podem ocorrer caso o condutor tenha utilizado enxaguante bucal ou ingerido bombom de licor.

“Entre 2 a 5 minutos, o bafômetro já está zerado. Nesse contexto do Corona Vírus surgindo no Brasil, é importante que as pessoas continuem usando o álcool em gel para assepsia, porque não há nenhuma possibilidade de autuação nas fiscalizações por esse uso”, ressalta.