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AGÊNCIA ALAGOAS

Governo do Estado de Alagoas
Quinta, 08 Fevereiro 2018 15:21
HUMANIZAÇÃO

Atividades lúdicas fortalecem vínculos e tratamento em Centro Psiquiátrico

\"CPJ na Folia\" reuniu internos, familiares e servidores em mais uma edição realizada nesta quinta-feira (8)

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Evento alusivo ao carnaval visa reabilitar custodiados portadores de transtornos mentais pelo fortalecimento dos vínculos familiares Evento alusivo ao carnaval visa reabilitar custodiados portadores de transtornos mentais pelo fortalecimento dos vínculos familiares Fotos: Jorge Santos
Texto de Mayara Wasty

Reintegrar os pacientes através de momentos lúdicos e culturais: essa é a metodologia de trabalho dos agentes penitenciários do Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ) Pedro Marinho Suruagy. Nesta quinta-feira (8), a Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) realizou mais uma edição do “CPJ na Folia”, evento alusivo ao carnaval com foco na reabilitação dos internos que cumprem pena provisória ou foram submetidos à medida de segurança.

 

A banda da Polícia Militar animou o evento que reuniu pacientes, familiares e servidores da unidade. Animados, os internos celebravam ao som das marchinhas carnavalescas. A agente penitenciária e chefe do CPJ, Ana Paula de Lima, explica que esse trabalho visa restabelecer e fortalecer os vínculos familiares.

 

"Essa festa acontece anualmente no CPJ, hoje cominamos a celebração com a visita social. É uma forma de integrar eles [pacientes] a família e trazê-los para a realidade da sociedade", disse a gestora.

Para a psicóloga da unidade, Denise Werneck, os benefícios das ações com os familiares é sentido com a evolução do tratamento. "Essas ações, esse contato, influencia diretamente no tratamento deles, pois essas atividades lúdicas os trazem para mais perto da sociedade, é um resgate da cidadania", afirmou.

 

As assistentes sociais, Luisa Alves e Deusdete Gomes, acrescentam que os encontros quinzenais e as ações temáticas, como o "CPJ na Folia", são formas de transformar o convívio com os familiares.

 

"O encontro é bem positivo. Percebemos a mudança tanto nos pacientes, quanto nos familiares. Os internos participam ativamente da organização, com a confecção de máscaras e fantasias e isso estimula seu desenvolvimento", concluiu a assistente social Luisa Alves.