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AGÊNCIA ALAGOAS

Governo do Estado de Alagoas
Quinta, 12 Outubro 2017 16:37
BOAS PRÁTICAS

Conhecimento dos universitários é ampliado com trabalhos da Seris

Alunos do 4º período do curso de Enfermagem da Seune ficaram encantados com o trabalho desenvolvido pela Seris

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Texto de Maysa Cavalcante

A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) tem investido na aproximação da comunidade acadêmica do sistema prisional. Dando continuidade a esse projeto, nesta semana, a coordenadora de Enfermagem da Seris, Polyanna Teixeira, apresentou as ações de saúde desenvolvidas nas unidades para os alunos do 4º período do curso de Enfermagem da Faculdade Seúne.

 

Nas últimas semanas, cinco instituições de ensino superior desenvolveram atividades em áreas variadas junto com os profissionais que compõe o quadro da Seris. As ações contribuem com a quebra de paradigmas e mudam a visão da comunidade acadêmica sobre a realidade das unidades prisionais, proporcionando uma formação profissional mais completa.

 

Polyanna Teixeira afirmou que o sistema prisional é um excelente campo de prática para os universitários. "Temos temáticas importantes para a elaboração de pesquisas, monografias e trabalhos de extensão, mas esse potencial ainda é pouco explorado. Com o olhar da comunidade acadêmica voltado para o sistema é possível potencializar as ações desenvolvidas para atender os reeducandos", disse.

 

A preceptora da disciplina de Técnicas 1 do curso, Afra Pimentel, destacou que os alunos ficaram empolgados para conhecer o sistema prisional após a palestra. "Foi um momento muito enriquecedor em termos de conhecimento e serviu também para quebrar um pouco do preconceito que existia sobre a realidade prisional. O receio dos alunos foi substituído pelo interesse sobre o tema e é gratificante fazer parte desse processo", afirmou.

 

O universitário Jalielson Correia participou da palestra e elogiou o trabalho realizado pela Ressocialização. "Sempre afirmei que nunca trabalharia em um presídio, mas, depois de hoje, minha opinião é outra. Espero ter a oportunidade de conhecer essa realidade e ter um olhar mais humanizado sobre os reeducandos", concluiu o acadêmico.